sexta-feira, 2 de novembro de 2007

Obrigado estudantes da UnB!!!


Agradecemos os 1.200 votos para o DCE e os 881 votos para Representantes Discentes, o que nos colocou na segunda colocação destas eleições.

Saímos dessa eleição fortalecidos, pois sem rios de dinheiro[*], fazendo uma campanha baseada nas nossas possibilidades, sejam elas financeiras ou de pessoal, conseguimos convencer boa parte dos estudantes de que o Movimento Estudantil pode ser dialogável e pode ser propositivo.

Somos um grupo com membros comprometidos e convencidos de que lutamos por um grande ideal, da pluralidade e da democracia, e acreditamos em um mundo melhor, sem exclusão e desigualdade. Não existe Reconstruindo O Cotidiano do A nem Reconstruindo O Cotidiano do B, há apenas um grupo, forte e atuante, que pode ter opiniões divergentes em alguns momentos, e nossa diferença é exatamente esta, gostamos de discutí-las abertamente e com o máximo de pessoas possível.

Agora é hora de trabalhar, trabalhar e trabalhar, para honrar os mais de 1.200 votos que recebemos para DCE e mais de 800 votos para RD's, assim como já trabalhamos no último período. Convidamos todos e todas para debater conosco as questões da universidade e da sociede em geral, e atuar para melhorá-la.

Trabalharemos juntamente com outros grupos, sobretudo aqueles com mais diálogo, para qualificar nossas intervenções em cada um dos conselhos, nos preparando para as dicussões e procurando sempre colocar as nossas pautas em debate nos conselhos e nos diversos espaços da Universidade, assim como construir as lutas, basicamente: melhorar o que já estamos fazendo

[*] Precisamos arrecadar quase mil reais para pagar nosso material, comprem nossas rifas, cada uma a 1 real e concorram a um vale de 100 reais na FNAC, você não só concorre a este prêmio como ajuda a financiar o movimento!

http://www.fnac.com.br/


RECONSTRUINDO, COTIDIANO, MUDAR O MUNDO É O NOSSO PLANO!!!

“É que ninguém caminha sem aprender a caminhar, sem aprender a fazer o caminho caminhando, sem aprender a refazer, retocar o sonho por causa do qual a gente se pôs a caminhar”. Paulo Freire

segunda-feira, 29 de outubro de 2007

Eleições dias 30 e 31 é CHAPA 3 !!!

Dias 30 e 31, terça e quarta, teremos eleições para o Diretório Central dos Estudantes e para representantes discentes nos conselhos superiores da Universidade de Brasília.

Pedimos o seu voto com base tanto nas boas propostas para o Movimento Estudantil e para a Universidade que acreditamos ter, como na prática diferenciada do nosso grupo. Não surgimos agora apenas para pedir votos, neste último período, mesmo não fazendo parte da diretoria do DCE pautamos várias questões, nossa atuação no Conselho Universitário foi cotidiana, com repasses em nosso blog, fizemos uma oficina de comunicação com os CAs, festa e vários debates, sobre Estado, democracia, etc.

Três propostas centrais:

* Lutar pela criação de um Plano Diretor Institucional da UnB, discutido democraticamente e que delibere sobre questões como segurança, transporte, meio-ambiente, espaços para cultura e convivência;

* Lutar pela criação de um plano político-pedagógico da UnB, para traçar os rumos do ensino, da pesquisa e extensão da UnB;

* Organizar arrastões de festas na UnB, enfrentar a proibição e a repressão às festas nos CAs, reafirmar estes espaços como legítimos para a confraternização e convivência.

Mais informações do que fizemos e do que pretendemos fazer no nosso blog:

www.reconstruindoocotidiano.blogspot.com

CHAPA 3 - RECONSTRUINDO O COTIDIANO!

PS: Somos uma chapa que se financia autonomamente, portanto estamos vendendo rifas de um vale de 100 reais na FNAC para pagar nosso material de campanha (custam 1 real), quem estiver interessado em comprar comente abaixo.

segunda-feira, 22 de outubro de 2007

REUNI

Nós somos a favor da interdisciplinariedade, da expansão de vagas e do aumento de verbas para o ensino superior e concordamos com a discussão que o Reuni levanta: a problematização dos espaços físicos e humanos ociosos nas universidade. Temos professores que não querem dar aulas, salas com poucos alunos e as dificuldades encontradas por estudantes para obter transferência entre cursos e entre Universidades Federais.

Defendemos a não adesão da UnB ao REUNI este ano, por não termos tido debates e em relação aos cursos que configuram Bacharelados Interdisciplinares, que precarizam a educação e a formação profissional.
O REUNI é um decreto criado sem discussão com a comunidade, seja ela acadêmica ou não, e que se baseia unicamente em dados quantitativos (acreditamos ser viável formar 90% do número de ingressantes somente com a facilitação da transferência de alunos entre cursos e entre universidades, assim como a relação de 18 estudantes por professor se houver uma mudança curricular e pedagógica) e ignora dados qualitativos como formas de melhorar o desenvolvimento do ensino superior. Ademais, o decreto possui outros problemas como a não garantia de implantação de pesquisa e extensão, a insuficiente a oferta de verbas de custeio e, principalmente, a falta de questionamento do modelo pedagógico existente, o que poderia levar ao aumento das aulas meramente expositivas.

Acreditamos que um dos grandes problemas existente no ensino superior brasileiro é o modelo político-pedagógico, onde o estudante é o ouvinte, o receptor passivo do que é emitido pelo professor mestre; sua função é, portanto, de ouvir, aprender, isto é, memorizar e repetir bem o que lhe é transmitido, sobre verdades já prontas com critérios incontestáveis do certo e do errado.

O movimento de educação deve deixar de se pautar na reação a projetos governamentais e propor pautas e projetos próprios, não ser somente contra ou a favor sem discussão, mas avançar na discussão de modo que de fato disputemos uma política que consiga avanços e que dispute opinião nas Universidades.

O REUNI é insuficiente para mudarmos estruturalmente a realidade do ensino superior no país. O momento do REUNI é uma oportunidade para o movimento estudantil aprofundar o debate sobre o seu projeto de Universidade, reafirmando bandeiras como a reforma curricular e pedagógica; a indissociabilidade entre ensino-pesquisa-extensão; o fim do vestibular; a democratização do acesso a Universidade Pública; a garantia de políticas vigorosas de Assistência Estudantil e o aumento de verbas para a Universidade pública. Construir um projeto que abarque todas estas necessidades é tarefa urgente para o movimento estudantil!

domingo, 21 de outubro de 2007

Plano Diretor da UnB

1) Plano Diretor Participativo: pensar a organização do campus da UnB, tomando em consideração sua ampliação física e questões como transporte (interno e externo), segurança, integração, planejamento ecológico, iluminação;
2) Educação ambiental: desenvolver projetos de produção de mudas e recuperação de áreas degradadas;
3) Rever as concessões das copiadoras e lanchonetes, rompendo com o cartel e viabilizando o acesso desses espaços aos estudantes;
4) Demandar ônibus para interligar os campi Darcy Ribeiro e Planaltina.

EDUCAÇÃO


1) Organizar periodicamente eventos, como palestras, oficinas, workshops, debates e mesas redondas, pautando questões acadêmicas e políticas;
2) Trabalhar pela expansão do acesso a tecnologias, capacitação de professores e outras estratégias de potencialização do ensino superior;
3) Ampliar a inclusão digital na UnB, com manutenção e expansão dos quiosques de acesso à internet;
4) Reorganizar as avaliações dos professores, de forma que sejam públicas e efetivas;
5) Batalhar pela ampliação das bolsas de extensão - PIBEX - e de pesquisa - PIC;
6) Reivindicar a criação de uma Incubadora de projetos de extensão junto ao Decanato de Extensão;
7) Criar uma Rede de grupos de extensão, com o objetivo de fortalecer as iniciativas e prover mais formação política sobre a noção universitária de extensão;
8) Problematizar a questão da expansão da UnB, questionando a proposta da reitoria e o decreto do REUNI;
9) Lutar por um Plano Pedagógico para a UnB, que guie o desenvolvimento educacional.


Assistência Estudantil e Cultura

O acesso à educação, assim como a sua permanência, é um direito de todos e dever das instituições públicas de ensino. Para que se alcancem a excelência acadêmica e a plena formação dos estudantes, uma política de assistência estudantil é imprescindível. A nossa universidade tem o dever implementar programas que possibilitem iguais condições de desfrutar a vida universitária, além de combater a evasão escolar. É nesse sentido que percebemos a centralidade de políticas estruturais como a Casa do Estudante, as bolsas-permanência, de iniciação científica e de extensão e o Refeitório Universitário.

Para que haja fortalecimento da Assistência Estudantil e maior desenvolvimento das atividades culturais na UnB, propomos:

1) Lutar por mais transportes e bolsas para eventos acadêmicos;
2) Reivindicar um Refeitório em Planaltina com os mesmos preços do RU e com capacidade para absorver futuramente a demanda crescente dos novos estudantes;
3) Pautar a construção de um complexo esportivo em Planaltina;
4) Exigir a reforma do RU do campus Darcy Ribeiro, ampliando seus espaços e repensando sua gestão;
5) Ampliar a creche para usufruto de estudantes, funcionários e professores;
6) Repensar e revitalizar espaços de socialização da UnB, institucionalizando locais de expressão de atividades culturais;
7) Organizar calouradas em parceria com os CA’s e movimentos da UnB;
8) Integrar o ME e grupos artísticos da UnB com centros de promoção de cultura do DF;
9) Manter o DCE aberto e pensar em atividades, como cine-clubes, para transformá-lo em um espaço de convivência;
10) Minhocão em festa já! Contra o impedimento do livre-trânsito noturno dos estudantes na UnB.


Participam da Chapa: Coordenadoria Geral: Rafael Anjinhu (POL), Raul (POL), Saionara (DIR), Yuri (HIS); Coordenadoria de Organização: Fábio (PLAS), Thiago Stifler (POL); Coordenadoria de Finanças e Patrimônio: Amanda (ECO); Coordenadoria de Comunicação: Eudes (DIN), Tony (REL); Coordenadoria de Integração Estudantil: Gabriel (POL), Joyce (LET), Leandro (MED); Coordenadoria de Cultura, Esporte e Eventos: Ed (PLAS), Julia (PLAS), Nadja (MUS), , Rodolfo (POL); Coordenadoria de Ensino, Pesquisa e Extensão: Juliana (POL), Natália (SOL); Coordenadoria de Formação Política e Movimentos Sociais: André (POL), Guaia (SER), Victor (POL); Coordenadoria de Assistência Estudantil: Manu (AGRONEG), Roale (PED).
Representantes Discentes: Artur (DIR), Daniel (MED), Henrique (POL), Rafael Anjinho (POL), Rafael Raeff (ANTRO), Raul (POL), Saionara (DIR) e Yuri (HIS).
Apoio/Colaboradores: Victor (EDF), Lais (ARQ), Nilton (ARQ), Sérgio (ARQ), Camila (COM), Max (COM), Natália (COM), Jonas (pós-COM), Paulo (GEO), Lia (AGRO), Priscila (NATURAIS), Fernanda (LET), João Paulo (NUT), Paula (PED), Caca (PED), Douglas (SER), Pedro (REDES), Frango (REDES), Silvia (ESTAT), Alex (QUI), Pablo (MED), Pedro (MED), Danilo (CIVIL), Juliana (EST), Marina (ADM), Renato (CIC), Rafael (ODO), Cláudia (POL), Rebeca (POL), Neguinho (MEC), Bruna (SOCIAIS) , Nardi (DIR).

CHAPA 3!!!

CHAPA 3


RECONSTRUINDO O COTIDIANO

Quem Somos

os estudantes insatisfeitos com a realidade desta universidade e acreditamos na organização do Movimento Estudantil (ME) como forma de atuar pelas mudanças. Construímos um novo grupo, unindo diferentes idéias sobre a realidade do estudante, a universidade, a sociedade e o movimento estudantil de forma transparente, plural, organizada e sem preconceitos.
Uma entidade representativa dos estudantes, como o Diretório Central dos Estudantes (DCE), deve estar presente nas nossas vidas, promovendo espaços de discussão, dialogando com os estudantes para saber suas reais necessidades e para reestruturar a nossa realidade.
A partir dessas idéias, pautamos nossa intervenção na UnB. Lutamos por um ME diferente, que seja democrático e participativo e que (re)pense a nossa universidade. É com esse projeto político novo, crítico, propositivo, realmente transformador e capaz de chamar os estudantes para a interação e a atuação no movimento estudantil que disputamos as eleições do DCE.
Participe!!! Venha conosco!!! Vamos trabalhar em conjunto para Reconstruir o Cotidiano da UnB. Faça parte desta idéia! Dias 30 e 31 de outubro, vote Chapa 3!


Movimento Estudantil

1) Realizar atividades mensais de formação política (sempre pautando a pluralidade dos coletivos);
2) Desenvolver projetos em conjunto com movimentos sociais da UnB na luta contra o preconceito em todas as suas expressões;
3) Chamar as Empresas Juniores para pensar e trabalhar a universidade;
4) Democratizar o DCE com CEB’s quinzenais e convocados com, pelo menos, 3 dias de antecedência e pauta comentada; criar um Conselho que congregue todos os movimentos sociais da UnB mensalmente; construir formas mais democráticas de gerir os recursos financeiros do DCE; promover reuniões abertas e públicas e prestação de contas mensais apresentadas nos CEB’s;
5) Criar um Conselho de Representantes Discentes junto ao DCE de forma a preparar e qualificar nossa intervenção nos conselhos superiores da UnB;
6) Lutar pela viabilização de espaços físicos para todos os CA’s, nos campi Planaltina e Darcy Ribeiro;
7) Comunicação:
- Criar um jornal bimestral com espaços que propiciem a participação dos grupos da UnB, a ser organizado por um Conselho Editorial do DCE;
- Elaborar um boletim virtual quinzenal, enviado a todas as listas;
- Organizar lista de e-mails geral da Universidade;
- Montar caixas de sugestões a serem espalhadas pelos dois campi, para a construção de um DCE mais atento às demandas dos estudantes;
- Reformar o site do DCE, transformando-o em um portal completo para os estudantes;
- Trabalhar em conjunto com mídias alternativas, rádios livres, sites de notícias

quarta-feira, 17 de outubro de 2007

Atividades da semana


Quarta (17/10)
12h - Oficina de cartaz no Ceubinho

Quinta (18/10)
12h - Oficina de cartaz na FA
18h - Apresentação e debate sobre REUNI no Ceubinho

Sexta (19/10)
12h - Oficina de cartaz no Ceubinho/RU
18h - Debate sobre assistência estudantil na CEU

Participe também!
Entre no movimento de mudança do ME!

Manifesto Chapa 3!! Reconstruindo o Cotidiano

RECONSTRUINDO O COTIDIANO
CHAPA 3!

Somos estudantes insatisfeitos com a realidade desta universidade e acreditamos na organização do Movimento Estudantil (ME) como uma forma de atuar pelas mudanças. Construímos um novo grupo, unindo diferentes idéias sobre a realidade do estudante, sobre a universidade, a sociedade e o movimento estudantil: de forma transparente, plural, organizada e sem preconceitos.
Uma entidade representativa dos estudantes, como o DCE, deve estar presente nas nossas vidas, promovendo espaços de discussão, sendo autônomo a governos, partidos, e à reitoria. Deve ter como tarefa principal dialogar com os estudantes para saber suas reais necessidades e os chamar para repensar a nossa realidade.
A partir dessas idéias é que pauta¬mos nossa intervenção na UnB. Lutamos por um DCE que impulsione a construção de um movimento estudantil combativo, crítico, capaz de reconstruir a universidade e o nosso cotidiano.
Por fim, nosso desafio é realizar ações de mudança, construir um novo projeto político e um novo DCE! Vamos juntos renovar a atuação estudantil desta universidade para que possamos Reconstruir o Cotidiano da UnB. Venha fazer parte desta idéia! Dias 30 e 31 de outubro, Vote Chapa 3!!!
Propostas:
- Criação de uma Incubadora de projetos de extensão junto ao Decanato de Extensão e ampliação das bolsas de PIBEX e PIC;
- Lutar por um Plano Pedagógico para a UnB, que guie o desenvolvimento educacional;
- Plano Diretor Participativo do campus, para pensar a organização e a expansão da UnB
- Democratizar o DCE! Criar um Conselho que congregue todos os movimentos sociais da UnB mensalmente; Construir formas mais democráticas de gerir os recursos financeiros do DCE;
- Repensar e revitalizar espaços de socialização da UnB, institucionalizando
locais de expressão de atividades culturais. minhocão em festa já!

sexta-feira, 12 de outubro de 2007

Democracia !!!


Gestão democrática:

Com o convidado: Dimitri Silveira - formado em pedagogia e ex.CAPE

O que é gestão democrática?

Gestão democrática é o esforço para gerir um espaço de maneira democrática.

Precisa para caracterizar gestão democrática:

Autonomia decisões;
Participação de vários atores nas decisões (conselhos e eleições);
Eleição dos dirigentes.

A Unb é um exemplo de gestão democrática (na concepção teórica)

*** Na bibliografia não se comenta nada sobre o poder de decisão de cada um destes atores na Universidade (professores/ servidores/ estudantes/ comunidade)

Condicionantes na gestão:

Materiais (objetivas, ou seja, $ para investimento) ;
Institucional (hierarquia) ;
Políticos (correlação de força, interesse dos segmentos nas suas pautas);
Ideológico: quem apto de decidir (conjuntura atrapalha o ME).


A gestão democrática se torna problemática quando há cooptação institucional, ou seja, passam a não decidir nada, legitimação da instituição.


No final da década de 80 (diretas já) havia uma conjuntura que pautava a democratização na sociedade por todo o movimento social de educação.
Esta pauta fez que na Unb, o Cristovam, quando reitor, fosse eleito por voto paritário.


Já na era FHC, foi estabelecido o 70, 15, 15 onde esta lei passava a indicar um valor de proporcionalidade para a participação social na Universidade. E a Unb fez a opção de adotar este modelo.

Porem, a reivindicação por uma forte participação dos estudantes/servidor es/comunidade externa não se esgotou. Hoje, muitas Universidades, Faculdades e Institutos reivindicam o debate de autonomia, para construir processos mais participativos e democráticos (eleição e conselhos). Exemplo disso é a paridade conquistada na UFU, UFRJ, UEFS, e na UnB nos departamento filosofia, serviço social, a faculdade agronomia e veterinária e a faculdade de Educação (votam todos os estudantes que fazem matérias por lá , ainda a participação da comunidade externa). Na UFBA, consegui-se incluir um representante do MST no conselho universitário.


Os avanços ainda são muito tímidos. Democracia participativa requer atuação cotidiana em todos os espaços. O movimento estudantil não deve incorporar o debate de inferioridade colocado a ele, todos os setores possuem pouco conhecimento sobre o público, não são formados em democracia e são mal representados. Devemos antecipar os debates e influenciar as pautas da Universidade. Defender uma universidade mais justa e que esteja comprometida com um projeto de nação.

segunda-feira, 8 de outubro de 2007

Movimento estudantil???


Debate de movimento estudantil:

Relatoria da Reuniao do grupo do dia 05/10 sábado

O que é o movimento estudantil?

Com estudantes sujeitos da ação
Movimento social
Estudantes organizados
Pauta comum
Pode reivindicar mudanças estruturais ou não


Características do movimento estudantil:

Policlassista
Transitório: constantemente renovado - pelo fato dos estudantes passarem poucos anos na intituição de ensino
Conjuntural: tem uma tendência em depender da conjuntura para ter uma pauta que realmente mobilize e o fortaleça


Problemas do ME:

Depender da conjuntura: Houve alguns momentos na história que o movimento estudantil pautou a conjuntura e não a conjuntura pautou o ME. (greve do terço). Este é um dos desafios do ME, ele deixar de depender da conjuntura.

Crise de direção: As direções das entidades não correspondem aos anseios dos estudantes e não fortalecem o movimento estudantil. (DCE Unb e UNE)

Estrutura: A cultura e o modelo político de estrutura do Me ainda se espelha na década de 30 por isso o presidencialismo na maioria das entidades e as ações burocratizadas e verticalizadas que exclui muitos atores/grupos da universidade.

Ciclo vicioso: A transitoriedade do ME faz que os aprendizados muitas vezes se percam de uma geração para outra. Os estudantes poderiam ter uma força maior e mais objetividade nos seus trabalhos se entrássemos no “ciclo virtuoso” (especificações a frente)

Problemas do ME Unb:

- Falta participação (integração/contato com os estudantes);
- Poucas ações de mobilização;
- Falta pauta/objetivos;
- Poucos estudantes se reconhecem como um importante ator de mudança na Universidade (incorporam valores de inferioridade);
- Dialogamos e disputamos pouco a opinião dos estudantes (linguagem e falta de política);
- Perdemos a criatividade;
- Falta caráter pedagógico dos espaços (organização e democracia que traz politização);
- Falta compromisso e respeito com as instâncias do ME (encaminhamentos, métodos, votações, convocatórias, etc);
- A comunicação/integração da rede do movimento estudantil não funciona (grupos extensão, CAs, pets, DCE, outros);
- Muitos atores importantes da universidade não se enxergam enquanto ME e nem o “ME tradicional” os aproxima;
- Os grupos políticos organizados (DCE e Nada Será como Antes) têm muito marketing, são muito fechados e possuem pouca ação concreta (oportunismo);
- As gestões de entidades não têm projeto político claro (dispersão dos membros);
- As ações do ME reforçam as opiniões preconceituosas que a sociedade tem sobre ele;
- Falta unidade entre os grupos para pautas comuns (pouco se trabalha as convergências);
- Há uma supervalorização da entidade DCE e pouca ação cotidiana nos CAS e demais espaços.

Propostas para um Ciclo Virtuoso no DCE (aguardando relatoria)






sábado, 6 de outubro de 2007

Princípios do coletivo Reconstruindo o Cotidiano


São princípios do nosso coletivo:

1) DEMOCRACIA – Nos organizamos horizontalmente sempre pautando o diálogo e a construção coletiva como meios para alcançar nossos objetivos.

2) PLURALIDADE – Só é possível formar um movimento social democrático com o respeito ao próximo, sempre aberto a novas idéias e sem preconceitos.

3) PROPOSITIVO – Mantemos sempre uma postura critica e conseqüente, por isso trabalhamos para ir além da superfície construindo propostas concretas para nossa universidade.

4) SINERGIA – Com uma maior integração entre as partes da comunidade universitária fortalecemos nosso papel pró-ativo e ousado de mudar a realidade, indo além das propostas e avançando para sua concretização.

5) TRANSPARÊNCIA – A reconstrução dos espaços do movimento estudantil passa pela prestação de contas, pois só assim é possível criar um verdadeiro canal de comunicação com os estudantes.

6) INDEPENDÊNCIA - Nos organizamos de maneira autônoma e suprapartidária, prezando sempre pelo movimento estudantil, uma vez que ele é dos e para os estudantes.

quarta-feira, 3 de outubro de 2007

Calendário de atividades


Estão todos convidados a contribuir com o Reconstruindo o Cotidiano! Participem das nossas reuniões!
Seguem as datas e os temas das próximas




09/10 (terça), 17h45 Local: minhocão – BT 222 (Ao lado do Udefinho)
Políticas Governamentais e Fundações
Vamos estudar as políticas propostas pelo governo com especial atenção ao REUNI e as Fundações Estatais.

10/10 (quarta), 12h Local: BT 222
Cine-debate e criação do programa socioambiental da chapa, com o filme Ilha das Flores, de Jorge Furtado.

11/10 (quinta), 12h Local: Auditório 1 da Faculdade de Saúde
Cine-debate e criação do programa de saúde da chapa, com o filme SICKO, de Michael Moore.

12/10 (sexta), 12h Local: BT 222
Assistência Estudantil e Cultura.
Debate sobre qual projeto de assistência estudantil defendemos para nossa educação. Assim como a importância de espaços para convivência e promoção das iniciativas culturais entre os estudantes.

13/10 (sábado), 10h Local: BT 222
Seminário de formação de chapa. Fechar o ciclo de discussões com o debate sobre a articulação do Movimento Estudantil com os movimentos sociais da UnB e fechar o programa da chapa.

Nos vemos nas próximas reuniões!

terça-feira, 2 de outubro de 2007

ATO dia 4 de outubro pela democratização das comunicações

2:30 Em frente ao Ministério das Comunicações.

Pela democratização dos meios de comunicação.

Direitos humanos também compreende direito à comunicação! (Liberdade de expressão)

Que o processo de concessão e renovação de concessões seja organizado, dentro da lei e transparente.

O ato não é para impedir ninguém de se expressar, não é para defender o fechamento de nenhum veículo de mídia já existente, mas tão somente para que se organize o "faroeste midiático" hoje existente, assim como direito a nos comunicarmos também.

Para visualisar melhor o panfleto clique na imagem.

http://www.quemmandaevoce.org.br

Documento sobre o REUNI

Para visualisar melhor clique na imagem.PS: Apesar de, para a reitoria, todos os estudantes conselheiros do CONSUNI serem do DCE, eu fui eleito por outra chapa.

Reunião do dia 28/09

Em breve aqui um repasse para acompanhar a foto.

domingo, 30 de setembro de 2007

Próxima reunião: Terça, 17h45! no Anf.10


TEMA: Educação (ensino, pesquisa e extensão).
Vamos iniciar nossas discussões problematizando o ensino superior brasileiro, fazendo uma análise de sua formação atual e qual modelo que queremos e podemos construir.

Segue uma parte de um artigo do Cipriano Luckesi (LUCKESI, Cipriano et al. Fazer universidade: uma proposta metodológica. 10. ed. São Paulo: Cortez, 1998. )



1. A universidade que não queremos

Não queremos uma universidade escola, em que se faça tão somente ensino, onde não exista efetivamente campo, abertura e infra estrutura que permitam e incentivem a pesquisa. Uma universidade sem pesquisa não deve, rigorosamente, ser chamada de universidade. O ensino repetitivo é, geralmente, verbalístico, livresco e desvinculado da realidade concreta em que estamos. As aulas são constituídas por falações do professor e audições dos alunos, normalmente desmotivados. O aprendizado é medido pelo volume de "conhecimentos", informações memorizadas e facilmente repetidas nas provas, nunca refletidas ou analisadas.
Rejeitamos um modelo de universidade que não exercita a criatividade, não identifica nem analisa problemas concretos a serem estudados, que não incentiva o hábito do estudo crítico. Estudar, nesse modelo, é, simplesmente, ler matéria a fim de se preparar para fazer provas, e todo um processo de crescimento intelectual e aprofundamento, em determinada área ou disciplina, fica encerrado com o anúncio da nota ou conceito obtido na prova, O melhor professor é aquele que traz maior número de informações, erudições; o melhor aluno é o que mais fielmente repete o professor e seus eventuais textos nas provas.
Não queremos uma universidade desvinculada, alheia à realidade onde está plantada, simplesmente como uma parasita ou um quisto. Ser alheia, desvinculada ou descomprometida com a realidade é sinônimo de fazer coisas, executar ensino, onde o conteúdo como a forma não dizem respeito a um espaço geográfico e a um momento histórico concretos. Em outros termos, é verbalizar “conhecimentos”, “erudições” sem uma paralela visão do contexto social, real e concreto. É vociferar indistintamente as mesmas coisas ditas na França, Estados Unidos, URSS, Japão etc., sem levar em conta, criticamente, a heterogeneidade de lugar, de cultura, de tempo e das reais necessidades do aqui e do agora. Verdades estudadas há dez, cinco anos passados podem até continuar válidas, hoje, mas o jeito de estudá las, de percebê las é necessariamente novo, porque em dez, cinco, um ano, a realidade muda. Sacralizar verdades, conteúdos e formas é implicitamente apregoar uma mentalidade estática, avessa às modificações, dócil ao status que, bloqueadora de qualquer crise, portanto, contrária ao crescimento, à evolução no sentido de construir um mundo onde o homem seja mais homem, sujeito de um processo e construtor de sua história.
Não queremos uma universidade na qual o professor aparece como o único sujeito, o magister, o mestre que fala, diz verdades já prontas, estruturadas, indiscutivelmente certas e detém os critérios incontestáveis do certo e do errado. O aluno é o ouvinte, o receptor passivo do que é emitido pelo professor mestre; sua função é, portanto, de ouvir, aprender, isto é, memorizar e repetir bem o que lhe é transmitido. Trata se de uma função nitidamente objetificante, porque resta ao aluno objeto pouca ou nenhuma possibilidade de criação, de argumentação, a não ser aquela ditada pelo professor.
Percebemos que esse clima de estudo é objetificante e orientado para uma simples repetição cultural, reprodução de idéias sem qualquer força de criação contínua, de produção nova, uma vez que se bloqueia a fecundidade e o exercício da crítica. :
Não queremos uma universidade onde a direção administração integrante fundamental do conjunto, mas nunca a definição última da universidade surja a partir de organismos e razões outros que não os eminentemente pedagógicos e didáticos, indicada pura e simplesmente pelos donos do poder político e econômico sem a interferência de sua célula básica aluno e professor e aja como se fosse senhora de tudo, o centro da sabedoria e das decisões, à revelia do corpo de professores e alunos.
Em síntese, não queremos urna universidade originada da imposição e meramente discursiva.

2. A universidade que queremos

Queremos construir uma universidade, não uma simples escola de nível superior. Presumimos que, nessa universidade, todo o seu corpo seja constituído por pessoas adultas: todos já sabem muitas coisas a respeito de muitas coisas; portanto, por pessoas capazes de refletir e abertas à reflexão, ao intercâmbio das idéias, à participação em iniciativas construtivas. Nestes termos, todo o corpo universitário, professores alunos administração, precisa comprometer se com a reflexão, criando a provocando a, permitindo a e lutando continuadamente para conquistar espaços de liberdade que assegurem a reflexão, Sem um mínimo de clima de liberdade, é impossível uma universidade centro de reflexão crítica,
Nesse centro buscaremos o máximo possível de informações a todos os níveis, a fim de que a realidade seja percebida, questionada, avaliada, estudada e entendida em todos os seus ângulos e relações, com rigor, para que possa ser continuamente transformada, Buscaremos, ainda, estabelecer unia mentalidade criativa, comprometida exclusivamente com a busca cada vez mais séria da verdade, através do exercício da assimilação não simples deglutição da comparação, da análise, da avaliação das proposições e dos conhecirnentos.
A pesquisa será, em conseqüência, a atividade fundamental desse centro. Todas as demais atividades tomarão significado só na medida em que concorram para proporcionar a pesquisa, a investigação crítica, o trabalho criativo no sentido de aumentar o cabedal cognitivo da humanidade. Uma universidade que se propõe a ser crítica e aberta não tem o direito de estratificar, absolutizar qualquer conhecimento como um valor em si; ao contrário, reconhece que toda conquista do pensamento do homem passa a ser relativa, na medida em que se espacio temporaliza. Há sempre a necessidade de um entendimento novo.
Por conseguinte, formando profissionais de alto nível tecnológico e fazendo ciência, a universidade deve ser o lugar por excelência do cultivo do espírito, do saber, e onde se desenvolvem as mais altas formas da cultura e da reflexão, A universidade que não toma a si esta tarefa de refletir criticamente e de maneira continuada sobre o momento histórico em que ela vive, sobre o projeto de sua comunidade, não está realizando sua essência, sua característica que a especifica como tal crítica. Isto nos quer dizer que a universidade é, por excelência, razão concretizada, inteligência institucionalízada daí ser, por natureza, crítica, porque a razão é eminentemente crítica. Se entendemos a função específica da universidade como desenvolvimento da dimensão de racionalidade, poderemos visualizar o processar se dessa mesma racionalidade em dois momentos complementares: primeiro, a racionalidade instrumental crítica, porque tem a universidade a responsabilidade de formar os quadros superiores exigidos pelo desenvolvimento do país; segundo, a racionalidade crítico criadora, porque sua missão não se esgota na mera transmissão do que já está sabido, ela deve fazer avançar o saber. Criadora e crítica, porque além de tomar consciência continuamente do que faz, deve se colocar num processo permanente de revisão de suas próprias categorias, porque isso marca a historicidade crítica de uma instituição humana; criadora e crítica, porque específico da universidade é o esforço de ser e desenvolver nos seus membros a dimensão de uma consciência crítica, ou seja, aquele potencial humano racional constantemente ativo na leitura dos acontecimentos da realidade, para ver, para analisar, comparar, julgar, discernir e, finalmente, propor perspectivas racionais de ação, em acordo sempre com as exigências do homem que aspira a ser mais, dentro do processo histórico. Para ser consciência crítica, portanto, a universidade deve estar continuamente em interação com a sociedade, a realidade que a gera e sustenta.
Com essas pretensões, queremos construir uma universidade plantada numa realidade concreta, na qual terá suas raízes, para que possa criticamente identificar e estudar seus reais e significativos problemas e desafios.
Queremos uma universidade onde se torne possível e habitual trabalhar, refletir a nossa realidade histórico geográfica nos seus níveis social, político, econômico e cultural, desde a esfera mais próxima, o município, a micro região, o Estado, a região, o país, até as esferas mais remotas, o continente latino americano, o terceiro mundo, o planeta. Estar atentos para os desafios dessa nossa realidade e estudá los é a grande tarefa do corpo universitário.
Queremos, enfim, uma universidade "consciência crítica da sociedade", ou seja, um corpo responsável por indagar, questionar, investigar, debater, discernir, propor caminhos de soluções, avaliar, na medida em que exercita as funções de criação, conservação e transmissão da cultura. A universidade, entretanto, só poderá desempenhar tais funções quando for capaz de formar especialistas para os quadros dirigentes da própria universidade, do município, do Estado, da nação, com aguda consciência de nossa realidade social, política, econômica e cultural e equipada com adequado instrumental científico e técnico que, permitindo ampliar o poder do homem sobre a natureza, ponha a serviço da realização de cada pessoa as conquistas do saber humano. Propondo se a formar cientistas, profissionais do saber, a universidade ajuda a sociedade na busca de encontrar os instrumentos intelectuais que, dando ao homem consciência de suas necessidades, lhe possibilitam escolher meios de superação das estruturas que o oprimem. Podíamos sintetizar as funções da universidade no esforço para imprimir eficácia na ação transformadora do homem sobre si mesmo e sobre as instituições que historicamente criou.15
Queremos produzir conhecimento a partir de uma realidade vivida e não de critérios estereotipados e pré definidos por situações culturais distantes e alheias às que temos aqui e agora, Nesse contexto a validez de qualquer conhecimento será mensurada na proporção em que este possa, ou não, fazer entender melhor e mais profundamente a realidade concreta.
Queremos uma universidade em contínuo fazer se, Não imaginamos um modelo definitivo de universidade, mas pretendemos achar, inventar, conquistar nosso modelo, na medida em que a estivermos construindo. Nesses termos, queremos criar um inter-relacionamento professor aluno, fundamentado no princípio do incentivo à criatividade, à crítica, ao debate, ao estudo e, com isso, marcando a corresponsabilidade na condução do próprio processo. Trata se, portanto, de criar uma relação entre dois sujeitos empenhados em edificar a reflexão crítica: de um lado o professor, sujeito de criação, coordenação, proposição de estudos, questionamentos e debates; de outro, o aluno, sujeito nunca objeto de seu aprendizado, exercitando e desenvolvendo seu potencial crítico, através de um esforço 'inteligente de assimilação, de criação, de questionamento,
Para que um tal clima se faça, é obviamente necessário que o professor esteja sempre bem informado da realidade como um todo, e de sua área de especialização em particular, através do estudo e pesquisa, a fim de que possa proporcionar a seus alunos temas de reflexão concretos, problemas e fontes de estudos, proposições criativas e originais, decorrentes da incessante observação crítica da realidade. Ocasionando o desenvolvimento do potencial de reflexão crítica dos alunos, o professor se torna um motivador do saber. Dessa forma não se trata mais de uma universidade em que um sabe e muitos não sabem, mas em que muitos sabem algo e querem saber muito mais. Enfim, uma universidade onde, além de se consumir conhecimento, professor e aluno optaram por criá lo e produzi lo. É nesse sentido que o CELAM se expressa:

"o educando é o primeiro agente do processo educativo. é ele quem se educa a si mesmo; ao educador compete apenas estimular e ordenar inteligentemente esse processo, de maneira que não seja anulada a espontaneidade e criatividade do educando; pelo contrário, deve chegar a expressar em forma autenticamente pessoal o seu conteúdo".16

Enfim, cabe ao professor educador descobrir, efetivamente, como ser sujeito em diálogo com a realidade, com o aluno; ao aluno, fazer se sujeito em diálogo com o professor, com os demais companheiros com a realidade social, política, econômica e cultural, para que nessa busca de interação seja construída a universidade, que jamais poderá existir sem professor e aluno voltados para a criação e construção do saber engajado, por isso transformador.
Queremos uma universidade democrática e voltada inteiramente para as lutas democráticas. O corpo universitário, professor aluno e administração, necessita de espaço para assumir, cada um a seu nível, a responsabilidade: pelo todo. É nesses termos que pretendemos um corpo universitário que lute para eleger seus diretores a partir de critérios que correspondam aos objetivos da Universidade. Um corpo universitário não mais deve presenciar passivamente a nomeação de dirigentes universitários estribada em critérios antidemocráticos de simpatia, serviçalismo e subserviência ao poder dominante, político ou econômico.
Queremos, enfim, uma universidade onde possamos lutar para conquistar espaços de liberdade. Enquanto pensamos livremente, questionamos livremente, propomos livremente e livremente avaliamos a nossa responsabilidade.


Nos vemos na terça (2/10) às 17:45 no Anf. 10!